RCC Brasil — 01/07/2011 —
Projeto Amigos de Deus

Reconstruindo e restaurando as muralhas através da vivência das práticas espirituais.  A missão que o Senhor confiou a seus Discípulos e, portanto, a todos nós batizados, é uma missão essencialmente espiritual e, para exercê-la, muitas vezes será inevitável travar verdadeiras batalhas espirituais.

 São Paulo nos ensina esta verdade quando se dirige aos efésios e afirma que:  “…  não é  contra homens  de  carne  e  de  sangue  que  temos  de  lutar, mas  contra  os  principados  e  potestades,  contra  os  príncipes  deste  mundo  tenebroso,  contra  as  forças  espirituais  do  mal  espalhadas nos ares.” (cf. Ef. 6, 12). Sabendo desta realidade, o próprio São Paulo orienta para não vacilarmos  em  nossa  vida  de  oração  (nossa  vida  espiritual)  e  recomenda:  “Intensificai  as  vossas invocações  e  súplicas.  Orai  em  toda  circunstância,  pelo  Espírito,  no  qual  perseverai  em  intensa  vigília de súplica por todos os cristãos”. (cf. Ef 6,18).

Esta vida íntima com o Senhor começa a partir do momento que nos disciplinamos a exercer a nossa espiritualidade de forma séria e contínua, buscando viver a mística dessas práticas espirituais  sem, no entanto, exerce-las como simples devocionalismo.

A espiritualidade é algo cultivado na pessoa, e que se transforma em paixão pela missão. É a nossa espiritualidade que mantém viva a força e a qualidade de nossas opções e compromissos. É como a água que mantém viva a planta. Não se percebe a olho vivo que esta água está desde a raiz até na ponta das  folhas, porém se deixarmos de  irrigá-la o seu destino será secar até morrer… Da mesma  forma,  se  deixarmos  de  cultivar  a  nossa  vida  espiritual,  seremos  como  esta  planta:  sem frutos… secos… sem vida. 

Somente conseguiremos êxito em nossa missão se estivermos  firmes em nossa espiritualidade, se formos  verdadeiros Amigos  de Deus  vivenciando  no  dia  a  dia  de  nossas  vidas  cada  uma  destas práticas espirituais aqui sugeridas.

 Pecisamos ser dependentes do Senhor, que nos diz:  “… sem mim nada podeis  fazer”  (cf. Jo 15,5). A vivência contínua destas práticas espirituais  irá aos poucos nos  tornando parecidos com o modo de ser, de viver, de falar e de agir de Jesus. 

 Este é o chamado de Deus para toda a RCC do Brasil

 

 

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